Aviões fantasma

Observem a diferença que a luz faz.

Durante o dia, a alta iluminação revela tudo: cores, formas, e é possível até mesmo congelar o movimento.

Esquadrilha da fumaça, 2005.

 

Ao final do dia (ou no início), quando a luz é bem menos intensa, ainda é possível congelar o movimento, mas a iluminação indireta (na nuvem e não no avião) propicia um menor contraste, silhuetas e todo um contexto mais suave e agradável.

Aeroporto de Brasília, 2005.


À noite, tudo muda. A pouquíssima luz significa que são necessárias exposições bem mais longas e o avião se torna um vulto marcado apenas por suas luzes; essas, sim, são suficientemente intensas para serem registradas pela câmera.

Avião fantasma nº 1, 2011.

Avião fantasma nº 2, 2011.

 

Essa última foi a minha favorita do dia, parece um avião fantasma mesmo! Mas eu posso assegurar que não é… de qualquer forma, vou dormir com as portas e janelas fechadas hoje, só pra garantir… :-)

Avião fantasma nº 3, 2011.

 

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